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Os melhores lugares da Europa para viajar sozinho: 7 destinos que vale a pena visitar

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Os melhores lugares da Europa para viajar sozinho: 7 destinos que vale a pena visitar

A Europa continua a ser um dos melhores continentes para quem viaja sozinho, graças à sua infraestrutura segura, diversidade cultural e comunidades locais acolhedoras. Os especialistas da Lonely Planet reuniram sete destinos onde os viajantes solitários se sentirão mais confortáveis, desde as ensolaradas ilhas do Mediterrâneo até aos remotos arquipélagos do Atlântico Norte. Saiba mais sobre os melhores lugares da Europa para viajar sozinho no nosso artigo

Vignette eletrónica para viajar pela Europa
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As viagens a solo estão a tornar-se cada vez mais populares entre os ucranianos, e a Europa continua a ser um dos continentes mais convenientes para este tipo de férias. Infraestruturas desenvolvidas, cidades seguras, comunidades locais amigáveis e uma enorme variedade de atividades tornam os países europeus a escolha ideal para quem viaja sem companhia.


A publicação Lonely Planet publicou uma seleção dos melhores destinos europeus para viajantes solitários, reunindo recomendações de seus autores especialistas. Entre os locais estão ilhas mediterrânicas com uma rica cultura gastronómica, tranquilos vales vinícolas, cidades com uma vida cultural rica e até arquipélagos remotos no Atlântico.

Falamos sobre cada um dos sete destinos mais adiante neste artigo.


Planeia chegar a um desses destinos com o seu carro ou com um carro alugado?


Para viajar pelas autoestradas pagas da Europa, você precisará de uma vinheta eletrónica — um documento digital que confirma o pagamento da taxa rodoviária. É possível obtê-la rapidamente e sem filas no portal Visit World.




Sicília: uma ilha para quem viaja pela Itália por conta própria


A Sicília reúne várias razões importantes para uma viagem independente: uma história rica, uma natureza impressionante e uma das tradições culinárias mais marcantes do Mediterrâneo. A especialista da Lonely Planet, Nicola Williams, destaca que a ilha, banhada por três mares, cria uma atmosfera especial para uma contemplação tranquila e uma estadia confortável a sós consigo mesmo. A costa leste oferece caminhadas guiadas pelas encostas do vulcão Etna, visitas ao caótico mercado de peixe de Catânia e degustações de vinhos em vinhas vulcânicas. E os antigos teatros gregos em Siracusa e Taormina organizam espetáculos ao ar livre, que se tornam uma das experiências mais marcantes da ilha.


Foto: Tripmydream


A parte ocidental da Sicília também merece atenção. A capital da ilha, Palermo, impressiona com os mosaicos dourados da Capela Palatina no Palazzo dei Normanni, e o incomum palácio-museu de azulejos de maiolica Stanze al Genio é considerado um dos locais mais originais para se hospedar em toda a Itália. A ilha de Favignana, onde se encontra o atmosférico jardim da pedreira Giardino dell'Impossible, com a possibilidade de pernoitar, merece uma viagem à parte. O arquipélago Eólio, com as suas águas azul-cobalto e baías acolhedoras, confere à viagem uma sensação de verdadeiro afastamento da rotina.


Naxos, Grécia: férias ativas para viajantes solitários nas Cíclades


A maior ilha das Cíclades, Naxos, é conhecida principalmente pelas suas praias de areia branca e mar raso, mas está a desenvolver

ativamente a sua infraestrutura para quem viaja sozinho. Seguindo a recomendação da autora do Lonely Planet, Helen Iatro, vale a pena começar a conhecer a ilha por Chora, a capital medieval com as torres venezianas de Glezos e Della Rocca Barozzi. Depois, pode experimentar o windsurf com um instrutor no Flisvos Sport Club, na praia de Agios Georgios, ou juntar-se a uma excursão em grupo da Naxos Bikes em bicicletas elétricas através dos olivais até ao Monte Zeus, o ponto mais alto da ilha, com 1003 metros de altitude.


Foto: iStock


A componente gastronómica da viagem a Naxos é igualmente interessante. Na aldeia de Halki, há uma destilaria onde se pode provar um licor aromático feito com limão local PDO. A Philema Food Tours organiza visitas a quintas leiteiras, onde os visitantes conversam com os agricultores, alimentam os animais e participam na produção do queijo «arseniko», especialidade da região. Para quem procura relaxamento, na praia de Mikri Viglia são realizadas aulas de ioga ao pôr do sol — Melina Rigopulos, da Soul in Motion, conduz as sessões de junho a setembro e organiza retiros periódicos.


Aix-en-Provence: uma alternativa elegante a Marselha para uma viagem a solo pela França


Aix-en-Provence fica a apenas 45 minutos de autocarro ou comboio de Marselha, mas tem um caráter completamente diferente — mais tranquilo, sofisticado e seguro. É por isso que Nicola Williams, da Lonely Planet, recomenda esta cidade para viajantes independentes que valorizam um ambiente confortável. A melhor maneira de começar o dia aqui é com um café e um croissant sob as árvores de plátano em Le Forbin, perto da rua principal, Cour Mirabeau. Depois, vale a pena visitar o Musée Granet, onde estão reunidas obras de Picasso, Matisse, Monet e do artista local Paul Cézanne, que retratou várias vezes a vizinha montanha Sainte-Victoire em suas telas. Você pode seguir os passos de Cézanne de bicicleta elétrica — sozinho ou em uma excursão em grupo.


Foto: Dreamstime


A cidade tem muitos locais que se encaixam bem no ritmo tranquilo de um viajante solitário. A igreja Église St-Jean de Malte, do século XIII, e os jardins floridos da galeria do palácio Hôtel de Caumont (1742) ficam a poucos minutos a pé do museu. A livraria-café em inglês Book In Bar tornou-se um local popular de encontro para estudantes da universidade local — aqui é fácil iniciar uma conversa enquanto se toma um chá com leite ou um smoothie. À noite, o mais agradável é sentar-se na esplanada de um dos cafés da rua Verrerie, da praça Richelieu ou do Forum de Cardour e observar o ritmo tranquilo da vida provençal.


Vale de Vipava, Eslovénia: rota do vinho para viajantes independentes


A eslovena Vale de Vipava é um destino para quem aprecia vinho, paisagens rurais e hospitalidade genuína. O autor do Lonely Planet, Daniel James Clark, observa que aqui é normal partilhar uma garrafa de vinho caseiro com estranhos, por isso um viajante solitário certamente não ficará sem companhia. Entre os vinhedos férteis, espalham-se centenas de adegas familiares, onde se produz vinho a partir da casta local Zelen. Entre as mais populares está a Cejkotova Domačija.



Uma das melhores maneiras de explorar o vale é fazer um passeio de bicicleta entre as adegas subterrâneas de degustação. Estradas suaves serpenteiam entre vinhas bem cuidadas e pomares perfumados, tendo como pano de fundo montanhas cársticas. Uma alternativa é o comboio sazonal do vinho, que faz paragens nas aldeias locais durante cinco horas. Em setembro, é possível tornar-se voluntário durante a vindima e sentir verdadeiramente a vida local. Além do vinho, o vale oferece trilhos para caminhadas e ciclismo até ao planalto florestal de Trnovo, com vistas panorâmicas, bem como voos de parapente aproveitando os ventos fortes do bora. Os hostels com formato de alojamento partilhado e os ateliers artísticos Sinji Vrh Pension criam oportunidades adicionais para fazer novos amigos.


Palma de Maiorca: uma cidade acolhedora nas Ilhas Baleares para viajantes a solo


Palma de Maiorca é uma cidade onde os viajantes a solo se sentem muito confortáveis, graças aos espaços públicos bem iluminados, à variedade de restaurantes e mercados, bem como à localização compacta dos principais pontos turísticos. A autora da Lonely Planet, Chloe Braithwaite, recomenda começar a visita pelo Mercat de Santa Catalina, o mercado alimentar mais antigo da cidade, onde se reúnem dezenas de pontos de tapas e iguarias locais. Perto dali funciona a pastelaria Lluís Pérez Pastisser, famosa pelos seus croissants com presunto ibérico e tomates cereja ácidos. Vale a pena tomar café no Café Riu Tort ou no Mistral Coffee, onde os grãos são torrados no local.


Foto: majorcasunnyisland


Passear pelo Passeig des Borne no seu próprio ritmo é um prazer à parte: aqui encontram-se boutiques de luxo e lojas comuns. Para o

almoço, recomenda-se o El Toque de Queda, com queijos locais e carnes frias, ou o La Vasca, com cozinha basca. À tarde, vale a pena explorar a Catedral de Maiorca, com o tranquilo jardim episcopal, e os históricos Banys Àrabs — banhos árabes. À noite, pode visitar o cinema não comercial Cineciutat, onde os filmes são exibidos na língua original, e terminar o dia no Bar La Sang, com vinhos naturais, ou no La Rosa Vermutería, com degustação tradicional de vermute.


Cluj-Napoca: a melhor cidade da Roménia para viajar sozinho


Cluj-Napoca, a segunda maior cidade da Roménia e a maior da Transilvânia, destaca-se pela atmosfera tranquila, que contrasta fortemente com o ritmo de Bucareste. Segundo a autora do Lonely Planet, Monica Suma, os milhares de estudantes e o planeamento compacto do centro criam o ambiente ideal para viajantes solitários. A cidade tem raízes históricas profundas — parte do nome «Napoca» vem da antiga civilização dacia, e a magnífica arquitetura barroca pertence à era austro-húngara. Ao mesmo tempo, a Cluj moderna prospera graças ao desenvolvimento do setor tecnológico e é artística e agradavelmente cosmopolita.


Foto: Depositphotos


A vida cultural da cidade é rica em eventos: em junho acontece o Festival Internacional de Cinema da Transilvânia e, no final de julho e início de agosto, os festivais de música Electric Castle e Untold, que atraem um grande número de visitantes (vale a pena reservar alojamento para essas datas com alguns meses de antecedência). A cultura do café merece uma atenção especial — no centro de Cluj, há a maior concentração de cafés especializados por habitante do país, entre os quais se destaca o Narcoffee Roasters. A cena culinária também está em desenvolvimento: o restaurante Casa Boema, com terraço no pátio interno, é um favorito constante. E para uma vista panorâmica da cidade entre a planície da Transilvânia e as montanhas Apuseni, vale a pena subir ao parque Cetăţuia.


Ilhas Faroé: um arquipélago europeu remoto para aventureiros solitários


As Ilhas Faroé, no Atlântico Norte, parecem um local para uma verdadeira expedição — paisagens austeras, ovelhas nas encostas, corvos-marinhos e tordos mais do que pessoas. No entanto, como observa o autor do Lonely Planet, Daniel James Clark, por trás da aparente hostilidade esconde-se uma comunidade unida com uma profunda tradição de hospitalidade — heimablídni. Todos os anos, os habitantes convidam voluntários a ficar nas quintas e nas suas casas, e em todo o arquipélago há refeições familiares, onde partilham o pão com os hóspedes. Entre elas estão os jantares Heima í Stovu e o tradicional banquete feroês de Durita e Fróði, com pratos de cordeiro e peixe secos e fermentados, abertos a viajantes individuais.


Foto: Shutterstock


A infraestrutura do arquipélago permite viajar sem carro: estradas bem conservadas, túneis subaquáticos entre as ilhas, ferries regulares e uma boa rede de rotas de autocarro garantem uma ligação conveniente entre as comunidades. Entre os percursos mais populares estão a caminhada até ao lago Sörvágssvatn, que cria a ilusão ótica de estar suspenso no ar, e até ao pitoresco farol de Kallur. As falésias marítimas, as cascatas que caem diretamente no oceano e as casas de turfa de Saksuna, rodeadas por fiordes, criam uma sensação de verdadeiro afastamento da civilização — ao mesmo tempo que uma conversa calorosa acompanhada de uma chávena de chá está sempre à mão.


Viaja pela Europa de carro? Registe-se no Visit World para obter uma vinheta eletrónica!


Muitos desses destinos são facilmente acessíveis com carro próprio ou alugado, especialmente locais como o Vale de Vipava, na Eslovênia, ou as rotas pela Sicília e Maiorca. Vale lembrar que, na maioria dos países da UE, o uso das autoestradas é pago, e a confirmação do pagamento da taxa rodoviária é feita por meio de uma vinheta eletrônica. Trata-se de um documento digital que substitui totalmente os autocolantes padrão no para-brisas: todos os dados são armazenados numa base oficial e a verificação é feita automaticamente pelo número do veículo. Sem a vinheta eletrónica, a circulação em estradas com portagem é considerada uma infração, passível de multas e intercepções pela polícia.


Pode obter uma vinheta eletrónica rapidamente e sem filas desnecessárias no portal Visit World — é uma forma conveniente de se preparar para uma viagem de carro pela Europa e garantir uma viagem tranquila.




Lembre-se! Viajar pela Europa em 2026 não tem de ser necessariamente caro, mesmo com o aumento geral dos preços. Analistas elaboraram um ranking dos destinos mais acessíveis, onde é possível combinar lazer, experiências e gastos moderados. Sobre os destinos económicos da Europa que vale a pena considerar para as férias em 2026 — contamos no link.


Foto: Dreamstime




Produtos da Visit World para uma viagem confortável:


Guia de viagem para 200 países;

Aconselhamento jurídico de um especialista local sobre questões de vistos e migração;

Seguro de viagem em todo o mundo (seleccione o país de interesse e a cidadania para receber os serviços);

Seguro médico em todo o mundo.




Controlamos a exatidão e a pertinência das nossas informações. Por conseguinte, se detetar quaisquer erros ou discrepâncias, contacte a nossa linha direta.

Perguntas

mais frequentes

É seguro viajar pela Europa sozinho?

A Europa é considerada um dos continentes mais seguros para viajantes a solo. A maioria das cidades europeias tem espaços públicos bem iluminados, transportes públicos desenvolvidos e baixos índices de criminalidade. Cidades como Palma de Maiorca, Aix-en-Provence e Cluj-Napoca são especialmente confortáveis devido aos seus centros compactos e ambiente acolhedor.

Qual é o melhor país da Europa para uma primeira viagem a solo?

Como conhecer pessoas durante uma viagem a solo?

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