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Ranking de passaportes 2026: Singapura mantém a liderança, países europeus reforçam as suas posições

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Ranking de passaportes 2026: Singapura mantém a liderança, países europeus reforçam as suas posições

O ranking anual de passaportes mostra mais uma vez o quanto os países estão integrados no mundo global da mobilidade. Em 2026, os países asiáticos continuam na liderança, enquanto a Europa consolida a sua posição, ocupando a maioria dos lugares no topo. Saiba mais sobre quais passaportes abrem mais fronteiras e como o equilíbrio da mobilidade global está a mudar no mundo

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O novo ranking dos passaportes mais influentes do mundo determina tradicionalmente o nível de mobilidade global dos cidadãos de diferentes países. Os resultados deste ano do Henley Passport Index mostram uma tendência interessante: o líder asiático mantém a liderança, mas o continente europeu reforçou significativamente a sua posição, praticamente monopolizando o top 10 do ranking.


Quais países oferecem aos seus cidadãos as maiores oportunidades para viagens sem visto e como mudou o panorama do poder mundial dos passaportes — contamos mais adiante neste artigo.


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Cingapura continua a dominar o ranking mundial


O passaporte de Cingapura foi reconhecido pela segunda vez consecutiva como o mais poderoso do mundo. Os cidadãos deste pequeno estado insular têm direito a entrar sem visto prévio em 192 países do mundo, o que torna o passaporte de Cingapura o líder absoluto em termos de mobilidade global. O Henley Passport Index, que existe há duas décadas, baseia as suas conclusões em dados oficiais da Associação Internacional de Transporte Aéreo, o que garante a objetividade da avaliação.


O sucesso de Singapura é explicado não apenas pela estabilidade económica e pelo alto nível de vida no país, mas também pela política diplomática ativa, voltada para a expansão de acordos de isenção de visto. O país celebra consistentemente acordos bilaterais e multilaterais que simplificam a circulação de seus cidadãos através das fronteiras. Este resultado confirma o status de Singapura como um dos centros mais abertos e integrados à comunidade mundial.


Os países asiáticos mantêm posições elevadas


O segundo lugar no ranking foi dividido por duas potentes economias asiáticas — Japão e Coreia do Sul. Os passaportes de ambos os países dão acesso a 188 países sem a necessidade de obtenção prévia de visto. Embora este indicador seja ligeiramente inferior ao resultado de Singapura, ele ainda assim demonstra o nível extremamente alto de confiança da comunidade internacional nos cidadãos desses países.


A presença dos países asiáticos entre os três primeiros reflete as mudanças globais no panorama geopolítico das últimas décadas. O crescimento económico, a estabilidade política e a participação ativa em organizações internacionais permitiram aos países da região reforçar significativamente o poder dos passaportes dos seus cidadãos. Isto é particularmente notável quando comparado com os indicadores de há vinte anos, quando os passaportes asiáticos estavam significativamente atrás dos europeus e norte-americanos.


A Europa apresenta resultados convincentes


A terceira posição do ranking foi dividida entre a Suécia e os Emirados Árabes Unidos, com acesso a 186 países. É notável que os EAU sejam o único país não europeu nesta posição, o que destaca o rápido crescimento do poder do passaporte e a sua política diplomática bem-sucedida nos últimos anos.


O quarto lugar foi ocupado por treze países, principalmente europeus: Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Espanha e Suíça. Os seus cidadãos podem visitar 185 países sem visto. Essa concentração de passaportes europeus nas posições mais altas demonstra o alto nível de integração do continente no sistema mundial e a confiança mútua entre os países.


O quinto lugar foi dividido entre Áustria, Grécia, Malta e Portugal, com acesso a 184 países. O sexto lugar foi ocupado pela Hungria, Malásia, Nova Zelândia, Polónia, Eslováquia e Eslovénia, com a possibilidade de entrada sem visto em 183 países.


No total, mais de 30 países europeus estão representados no top 10, o que é um indicador sem precedentes da concentração continental.


Nem todos os passaportes europeus são iguais


Apesar do poder geral dos passaportes europeus, alguns países do continente ainda têm acesso limitado sem visto. A Bielorrússia ocupa a 59ª posição no ranking, com a possibilidade de entrada sem visto em apenas 77 países. Isto está relacionado com a situação política no país e com as sanções internacionais, que limitam significativamente a mobilidade dos seus cidadãos.


O Kosovo apresenta resultados ligeiramente melhores, ocupando a 57.ª posição, ao lado da China e da Botsuana, que ocupam a 56.ª posição, com acesso a 82 países. Ao mesmo tempo, nos últimos anos, o país alcançou um progresso significativo — desde 2016, o Kosovo subiu mais de 30 posições no ranking, o que demonstra o reconhecimento gradual do

Estado pela comunidade internacional e a expansão das relações diplomáticas. Este exemplo mostra que o poder do passaporte pode crescer significativamente mesmo num período relativamente curto.


Mudanças significativas para outras regiões do mundo


A dinâmica mais impressionante nas últimas duas décadas foi demonstrada pelos Emirados Árabes Unidos, que agora ocupam o terceiro lugar no ranking. O país subiu mais de 50 posições, o que é um recorde absoluto entre todos os países analisados pelo Henley Passport Index. Em 2025, os EAU ocupavam o décimo lugar, mas este ano ultrapassaram o Reino Unido, que caiu para a sétima posição. Este rápido progresso explica-se pela política económica ativa, pelos investimentos em infraestruturas e pela celebração de numerosos acordos internacionais.


Os Estados Unidos da América ocupam atualmente o décimo lugar, com acesso a 179 países. Este é o mesmo indicador de 2025, quando o país atingiu a posição mais baixa em toda a história do índice. A estagnação do passaporte americano contrasta com o seu domínio histórico e reflete as mudanças na política global e nas relações internacionais.


O que significa o poder do passaporte no mundo atual?


Segundo o presidente da empresa de consultoria Henley & Partners, os privilégios do passaporte desempenham hoje um papel fundamental na formação das oportunidades pessoais, do nível de segurança e da participação económica dos cidadãos. Embora a média de acesso sem visto esteja a aumentar, a realidade é que as vantagens da mobilidade global estão cada vez mais concentradas entre os países economicamente mais poderosos e politicamente estáveis.


Isto cria uma nova forma de desigualdade global, em que os cidadãos de alguns países têm acesso praticamente ilimitado ao mundo, enquanto outros enfrentam inúmeras barreiras. O poder do passaporte torna-se um indicador de oportunidades económicas, acesso à educação, medicina e negócios em diferentes partes do mundo.


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Lembre-se! Quais países se tornaram os mais ricos do mundo em 2026 e como mudou o ranking global ao longo do ano? Os novos indicadores económicos mostram quem conseguiu aumentar o PIB e quem perdeu posições devido à inflação e ao abrandamento do crescimento. O ranking dos países mais ricos do mundo em 2026 e as principais mudanças do ano — no link.


Foto: Depositphotos




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Perguntas

mais frequentes

O que é o ranking de passaportes Henley Passport Index e como é elaborado?

O Henley Passport Index é um ranking internacional que avalia o poder dos passaportes com base no número de países acessíveis para entrada sem visto ou com visto após a chegada. O ranking é baseado em dados oficiais da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e é atualizado anualmente, levando em consideração as mudanças na política de vistos.

Qual é o passaporte considerado o mais poderoso do mundo em 2026?

Quantos países podem ser visitados sem visto com um passaporte europeu?

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