As cidades mais baratas e mais caras da Europa para passar férias em 2026: novo ranking
Índice
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As 10 cidades europeias mais baratas para férias em 2026
- 1. Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – cerca de 320 dólares para duas pessoas
- 2. Bucareste, Roménia – cerca de 330 dólares
- 3. Tirana, Albânia – cerca de 340 dólares
- 4. Belgrado, Sérvia – cerca de 350 dólares
- 5. Trenčín, Eslováquia – cerca de 360 dólares
- 6. Riga, Letónia – cerca de 370 dólares
- 7. Lille, França – cerca de 380 $
- 8. Vilnius, Lituânia – cerca de 390 $
- 9. Estrasburgo, França – cerca de 395 $
- 10. Podgorica, Montenegro – cerca de 400 $
- Por que razão é que os Balcãs se tornaram o destino mais acessível para os turistas?
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As 10 cidades europeias mais caras para férias em 2026
- 1. Oslo, Noruega – mais de 1050 $ para duas pessoas
- 2. Copenhaga, Dinamarca – cerca de 1020 dólares
- 3. Edimburgo, Reino Unido – cerca de 980 $
- 4. Veneza, Itália – cerca de 960 $
- 5. Amesterdão, Países Baixos – cerca de 940 $
- 6. Genebra, Suíça – cerca de 930 $
- 7. Dublin, Irlanda – cerca de 910 dólares
- 8. Barcelona, Espanha – cerca de 890 dólares
- 9. Florença, Itália – cerca de 870 dólares
- 10. Nice, França – cerca de 850 $
- Como poupar dinheiro nas férias na Europa em 2026?
As capitais dos Balcãs e as cidades da Europa Oriental tornaram-se os principais destinos económicos para os turistas em 2026. Ao mesmo tempo, as férias na Escandinávia, na Suíça e nos centros turísticos populares da Europa Ocidental continuam a ficar cada vez mais caras. Saiba mais sobre as cidades mais acessíveis e as mais caras da Europa para viajar em 2026
Os analistas da Post Office Travel Money publicaram um novo ranking das cidades europeias mais baratas e mais caras para viagens curtas em 2026. O estudo abrangeu 50 destinos turísticos populares e teve em conta o custo de uma estadia de duas noites num hotel de três estrelas, refeições, transportes, café, bebidas, visitas guiadas e visitas a museus.
Os Balcãs e a Europa Oriental revelaram-se os destinos mais económicos para os turistas, onde, mesmo no auge da época turística, é possível organizar uma escapadela urbana por menos de 350 dólares para duas pessoas. Em contrapartida, na Escandinávia, na Suíça e em partes da Europa Ocidental, o custo de uma viagem semelhante já ultrapassa os 900–1 000 dólares.
No artigo anterior, falámos sobre 5 países europeus para onde quase não vão turistas em 2026.
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As 10 cidades europeias mais baratas para férias em 2026
Os Balcãs e a Europa Oriental continuam a deslocar destinos económicos clássicos como Praga ou Budapeste. Em muitas cidades da lista, os turistas podem passar um fim de semana a dois por menos do que uma única noite num hotel em Amesterdão ou Copenhaga.
1. Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – cerca de 320 dólares para duas pessoas
Sarajevo liderou o ranking graças ao alojamento e à alimentação muito baratos. Um café na cidade velha de Baščaršija custa cerca de 1,50 dólares, e os tradicionais ćevapi custam entre 5 e 7 dólares. A cidade é frequentemente chamada de «Jerusalém Europeia» porque mesquitas, catedrais católicas, igrejas ortodoxas e sinagogas estão localizadas lado a lado aqui. Além disso, Sarajevo continua a ser uma das poucas cidades europeias onde se pode encontrar um hotel no centro por menos de 50 dólares por noite.
2. Bucareste, Roménia – cerca de 330 dólares
A capital romena tornou-se popular entre nómadas digitais e jovens viajantes graças à internet barata, aos preços baixos e a uma vida noturna vibrante. A cidade possui uma das redes de metro mais extensas da Europa de Leste, e um bilhete de metro custa menos de 1 dólar. Bucareste é também conhecida pelo seu imponente Palácio do Parlamento — um dos maiores edifícios administrativos do mundo, a seguir ao Pentágono.
3. Tirana, Albânia – cerca de 340 dólares
Há apenas 10 anos, Tirana mal aparecia em qualquer itinerário turístico, mas agora tornou-se um dos destinos mais dinâmicos dos Balcãs. Os bairros centrais da cidade estão repletos de edifícios coloridos, cafés modernos e bares. Os turistas são particularmente atraídos pelos preços baixos: um jantar de marisco pode custar entre 10 e 15 dólares, e uma viagem de táxi pela cidade custa cerca de 5 dólares.
4. Belgrado, Sérvia – cerca de 350 dólares
Belgrado é considerada uma das principais capitais da vida noturna da Europa. As discotecas e os bares mais famosos estão localizados em plataformas flutuantes (splavovi) nos rios Danúbio e Sava. Os preços, no entanto, continuam significativamente mais baixos do que em Berlim ou Barcelona: os cocktails no centro da cidade custam, em média, entre 6 e 8 dólares.
Belgrado também atrai turistas com os seus muitos miradouros gratuitos e a Fortaleza de Kalemegdan.
5. Trenčín, Eslováquia – cerca de 360 dólares
Trenčín foi uma entrada surpresa no ranking. A cidade é conhecida pelo seu enorme castelo medieval situado no topo de um penhasco, visível de quase qualquer ponto do centro da cidade. Há significativamente menos turistas aqui do que em Praga ou Cracóvia, pelo que os preços do alojamento permanecem baixos mesmo durante a época dos festivais.
6. Riga, Letónia – cerca de 370 dólares
Riga combina arquitetura medieval com um dos maiores bairros Art Nouveau da Europa. A cidade é particularmente popular entre os turistas do Norte da Europa devido aos seus restaurantes e hotéis mais acessíveis. Em 2026, Riga continua a ser um dos destinos mais acessíveis para o turismo gastronómico nos países bálticos.
7. Lille, França – cerca de 380 $
Lille é considerada «a cidade mais subestimada de França». Graças aos comboios de alta velocidade, é possível chegar aqui a partir de Paris em menos de uma hora e meia. A cidade apresenta muita arquitetura flamenga, mercados de rua e bares estudantis, e os preços são visivelmente mais baixos do que na capital francesa.
8. Vilnius, Lituânia – cerca de 390 $
A Cidade Velha de Vilnius é uma das maiores da Europa Central e Oriental. A cidade está a desenvolver ativamente o turismo gastronómico: em 2025–2026, abriu aqui um grande número de restaurantes modernos e cafés especializados, mas os preços continuam a ser mais baixos do que na Europa Ocidental.
9. Estrasburgo, França – cerca de 395 $
Estrasburgo é conhecida pelos seus canais, casas em enxaimel e pela atmosfera da região da Alsácia. A cidade é também um dos centros políticos da UE — é a sede do Parlamento Europeu. Os turistas costumam combinar uma viagem a Estrasburgo com uma visita à vizinha Alemanha, já que a fronteira fica literalmente a poucos minutos de carro.
10. Podgorica, Montenegro – cerca de 400 $
Podgorica raramente aparece nas listas de «destinos imperdíveis» da Europa, mas é exatamente isso que a ajuda a manter-se acessível. Muitos turistas usam a cidade como ponto de partida para viagens a Kotor, Budva e à costa do Adriático. O aluguer de carros aqui é, em média, 20 a 30% mais barato do que na vizinha Croácia.
Saiba mais sobre as 10 melhores alternativas económicas às Maldivas, que surpreenderão até os turistas mais experientes, clicando no link.
Por que razão é que os Balcãs se tornaram o destino mais acessível para os turistas?
Os países dos Balcãs detêm o título de região mais económica da Europa há vários anos consecutivos, mas a sua popularidade disparou em 2026. A razão não se resume apenas aos preços baixos. Os turistas procuram cada vez mais uma alternativa a Barcelona, Veneza ou Amesterdão, cidades superlotadas onde os preços do alojamento e dos restaurantes subiram a taxas recorde nos últimos anos.
De acordo com o Eurostat, os preços médios em restaurantes e hotéis na região dos Balcãs continuam a ser 30–50% mais baixos do que na Europa Ocidental. Por exemplo:
- Um jantar para duas pessoas em Sarajevo ou Tirana custa cerca de 25–35 dólares;
- Em Copenhaga ou Genebra, uma conta semelhante ultrapassa frequentemente os 120 dólares;
- Uma noite num hotel de 3 estrelas nos Balcãs pode ser encontrada por 45–70 dólares, enquanto em cidades populares em Itália ou França, os preços começam nos 150–200 dólares.
Outro fator é o transporte. Na Sérvia, Albânia ou Bósnia, os autocarros interurbanos continuam a ser uma das formas mais baratas de viajar na Europa. Por exemplo, uma viagem entre Belgrado e Sarajevo custa frequentemente menos de 30 dólares, enquanto os comboios de alta velocidade entre as principais cidades da Europa Ocidental podem custar entre 100 e 150 dólares, mesmo com reserva antecipada.
Outra razão para a popularidade dos Balcãs é o menor nível de excesso de turismo. Enquanto as autoridades locais em Veneza, Barcelona ou Dubrovnik já estão a limitar os fluxos turísticos e a impor taxas adicionais, muitas cidades nos Balcãs só agora estão a desenvolver ativamente a sua infraestrutura turística.
Como resultado:
- Filas mais curtas nas atrações;
- Preços mais baixos nos restaurantes;
- Alojamentos mais acessíveis nos centros das cidades;
- Mais estabelecimentos locais em vez de cadeias turísticas.
A popularidade da Albânia está a crescer particularmente rápido em 2025–2026. De acordo com o Ministério do Turismo local, o país recebeu um número recorde de turistas estrangeiros, e a Riviera Albanesa está cada vez mais a ser chamada de «nova Croácia», mas com preços quase metade mais baixos.
As plataformas de viagens também registam uma procura crescente por itinerários combinados pelos Balcãs. Os viajantes estão cada vez mais a combinar a Sérvia, a Bósnia, o Montenegro e a Albânia numa única viagem, uma vez que as distâncias entre os países são relativamente curtas e os custos permanecem mais baixos do que nas rotas clássicas da Europa Ocidental.
No artigo anterior, falámos sobre os 5 melhores resorts pouco frequentados do Mediterrâneo, onde se pode descansar sem filas nem barulho.
As 10 cidades europeias mais caras para férias em 2026
As cidades mais caras da Europa em 2026 situam-se principalmente na Escandinávia, na Suíça e em destinos turísticos populares da Europa Ocidental. As principais razões para os custos elevados são o alojamento caro, os restaurantes, os transportes e as taxas turísticas, que continuam a subir devido ao excesso de turismo.
1. Oslo, Noruega – mais de 1050 $ para duas pessoas
A capital norueguesa tornou-se o destino mais caro da Europa para viagens curtas. Os turistas gastam mais em comida: um jantar num restaurante normal custa frequentemente entre 120 e 150 $ para duas pessoas. Até uma chávena de café no centro da cidade pode custar entre 6 e 7 $. Ao mesmo tempo, Oslo atrai turistas com a sua arquitetura moderna, fiordes e elevado nível de segurança.
2. Copenhaga, Dinamarca – cerca de 1020 dólares
Copenhaga tem estado na lista das cidades mais caras da Europa há vários anos consecutivos. O maior impacto no seu orçamento são os hotéis: durante a época alta, um quarto no centro da cidade custa frequentemente entre 250 e 300 dólares por noite. A cidade é conhecida pela sua gastronomia de classe mundial e por um grande número de restaurantes com estrelas Michelin.
3. Edimburgo, Reino Unido – cerca de 980 $
Os preços na capital escocesa sobem de forma particularmente acentuada durante o Edinburgh Festival Fringe — o maior festival de artes do mundo. Em agosto, os custos de alojamento podem aumentar 2 a 3 vezes, e alguns hotéis são mais caros do que em Londres.
4. Veneza, Itália – cerca de 960 $
Veneza continua a debater-se com o excesso de turismo. Em 2025–2026, a cidade alargou o seu sistema de taxas turísticas para visitantes de um dia. Devido ao número limitado de hotéis no centro da cidade, os preços do alojamento aqui continuam a ser dos mais elevados de Itália.
5. Amesterdão, Países Baixos – cerca de 940 $
Amesterdão está a limitar ativamente o turismo de massa: a cidade está a reduzir o número de navios de cruzeiro, a combater o «turismo de festa» e a aumentar as taxas turísticas. Como resultado, viajar está a tornar-se cada vez mais caro, especialmente nas zonas centrais perto dos canais.
6. Genebra, Suíça – cerca de 930 $
Genebra continua a ser tradicionalmente uma das cidades mais caras do mundo. Até mesmo uma refeição rápida num café pode custar 25–30 $. Ao mesmo tempo, a cidade atrai turistas com o seu lago, os Alpes e um grande número de organizações internacionais, incluindo a sede da ONU na Europa.
7. Dublin, Irlanda – cerca de 910 dólares
Devido à crise imobiliária na Irlanda, Dublin está a registar preços de hotel a níveis recorde. Em certas alturas, é difícil para os turistas encontrar um quarto por menos de 250 dólares por noite. A cidade continua também a ser uma das mais caras da UE em termos de preços de cerveja e de restaurantes.
8. Barcelona, Espanha – cerca de 890 dólares
Barcelona tem sofrido com o excesso de turismo há vários anos consecutivos. As autoridades locais estão a restringir gradualmente os alugueres de habitação de curta duração devido à escassez de apartamentos para residentes. Como resultado, os preços dos apartamentos e hotéis continuam a subir.
9. Florença, Itália – cerca de 870 dólares
Florença continua a ser uma das cidades mais populares da Itália entre turistas dos EUA e da Ásia. Os itens mais caros aqui são as acomodações no centro histórico e os bilhetes para museus, especialmente para a Galeria Uffizi.
10. Nice, França – cerca de 850 $
Durante a época de verão, os preços na Riviera Francesa disparam devido à elevada procura. Durante o Festival de Cinema de Cannes e a época de iates, as tarifas dos hotéis em Nice podem aumentar várias vezes.
Saiba mais sobre os 3 resorts mais baratos da Europa para férias à beira-mar em 2026 clicando no link.
Como poupar dinheiro nas férias na Europa em 2026?
Em 2026, a diferença nos custos de viagem entre as cidades europeias atingiu um recorde. Com o mesmo orçamento, um turista pode passar vários dias nos Balcãs ou apenas uma noite num hotel escandinavo. É por isso que cada vez mais viajantes estão a mudar os seus percursos habituais e a procurar destinos menos populares.
Uma das principais formas de poupar dinheiro é escolher cidades com níveis mais baixos de excesso de turismo. Por exemplo, em vez de Veneza, os turistas dirigem-se cada vez mais para Trieste ou Liubliana e, em vez de Barcelona, para Valência ou cidades ao longo da costa dos Balcãs. Nestes destinos, os hotéis são mais baratos, há menos filas e os preços dos restaurantes são mais baixos.
Reservar com antecedência ajuda a poupar significativamente. Em cidades turísticas populares da Europa, os preços do alojamento podem subir 1,5 a 2 vezes algumas semanas antes da viagem, especialmente no verão e durante os festivais. Isto é mais notório em Amesterdão, Edimburgo, Florença e na Riviera Francesa.
Muitos turistas também estão a optar por itinerários que abrangem vários países. Por exemplo, viajar pelos Balcãs permite visitar vários países de uma só vez com um orçamento relativamente reduzido. As distâncias entre as cidades são mais curtas nesta região, e os autocarros e comboios são frequentemente mais baratos do que os voos domésticos na Europa Ocidental.
Os cartões da cidade e os passes turísticos ajudam a poupar ainda mais. Em muitas cidades, incluem transportes públicos, museus e descontos em excursões. Em destinos caros, isto pode reduzir os custos em dezenas de dólares ao longo de alguns dias.
Os especialistas em viagens também aconselham a evitar as datas de pico. Mesmo adiar a sua viagem por algumas semanas — por exemplo, de julho para junho ou setembro — pode reduzir significativamente o custo das passagens aéreas e do alojamento. Isto é especialmente verdade para Itália, França e Espanha, onde se espera que a época de verão de 2026 seja uma das mais movimentadas dos últimos anos.
Saiba mais sobre as melhores ilhas do Mediterrâneo para férias sem multidões de turistas clicando no link.
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Lembrete! Os destinos turísticos populares podem ser uma armadilha. Já falámos dos 8 locais do mundo que a Fodor’s recomenda evitar em 2026 devido ao turismo excessivo, aos riscos ambientais e às tensões sociais – e que alternativas escolher.
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Perguntas
mais frequentes
Onde é mais barato passar férias na Europa em 2026?
Quais são as cidades europeias mais caras para os turistas?
Quanto dinheiro é necessário para uma viagem curta pela Europa em 2026?
Por que razão os Balcãs se tornaram tão populares entre os turistas?
Quando é mais vantajoso viajar pela Europa?
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