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Foram nomeadas as 7 novas maravilhas do mundo que os turistas devem visitar em 2026

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Foram nomeadas as 7 novas maravilhas do mundo que os turistas devem visitar em 2026

Todos os anos, especialistas em turismo escolhem locais que merecem o título de «maravilhas do mundo» contemporâneas, não por nomes pomposos, mas por experiências reais, natureza única e valor cultural. Na lista de 2026 estão parques nacionais pouco conhecidos, cidades antigas e ilhas remotas, onde o turismo ainda não estragou a atmosfera. Saiba mais sobre os sete destinos que vale a pena adicionar aos seus planos de viagem agora mesmo

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Há lugares que não precisam de publicidade – eles impressionam antes mesmo de você conseguir pegar o telemóvel para tirar uma foto. Em 2026, a atenção dos viajantes não estará voltada para as capitais badaladas, mas para cidades nas rochas, parques nacionais quase desertos e cantos remotos do planeta, onde a indústria do turismo de massa ainda não chegou. São esses locais que entraram na lista das sete novas maravilhas do mundo. São destinos para quem não procura apenas marcar países visitados numa lista, mas sim a verdadeira sensação de viajar e descobrir algo único.


No artigo anterior, falámos sobre os 10 melhores destinos turísticos segundo a Time Out, que vale a pena visitar em 2026.


Descobrir um novo país por conta própria, sem a ajuda de agentes de viagens ou intermediários, é muito simples. Tudo o que precisa é de uma checklist ou de um “Guia de Viagem” da Visit World – um guia passo a passo com todas as informações essenciais para a sua viagem.

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1. Matera, Itália


Matera é uma das cidades mais antigas permanentemente habitadas da Europa, conhecida pelos bairros de complexos residenciais cavernosos Sassi, esculpidos nas rochas. Ainda em meados do século XX, famílias viviam aqui com o seu gado nas cavernas, mas hoje parte desses espaços foram transformados em hotéis boutique e restaurantes atmosféricos com vista para os cânions e terraços de pedra. Em 2026, a cidade se tornará um centro de eventos culturais graças ao seu status de capital mediterrânea da cultura e do diálogo. Ao longo do ano, estão previstas residências para artistas, exibições de filmes ao ar livre e apresentações ao vivo relacionadas ao tema «terras submersas».


Matera é interessante para os viajantes não apenas como um local fotogénico: é uma cidade para passeios lentos por escadas sinuosas, mirantes sobre desfiladeiros e exploração de antigas igrejas esculpidas nas rochas. Vale a pena reservar pelo menos 1-2 dias para passear pelas áreas de Sassi di Matera e não perder os bairros menos turísticos do outro lado do desfiladeiro. Na alta temporada, as acomodações nas cavernas são reservadas com antecedência — há poucas vagas, e a procura em 2026 deve ser significativamente maior devido à programação cultural da cidade.




2. Parque Nacional Banff, Canadá


Banff é o parque nacional mais antigo do Canadá e um dos locais mais espetaculares das Montanhas Rochosas, mas a maioria dos turistas conhece-o apenas como uma estância de esqui de inverno. Na estação quente, o parque revela-se completamente diferente: lagos glaciares azul-turquesa, prados alpinos, trilhos para caminhadas e canoagem entre cadeias montanhosas. Em 2026, será inaugurada uma nova e pitoresca rota ferroviária entre Banff e o Parque Nacional Jasper, que permitirá viajar pela região sem carro e ver as áreas de difícil acesso das Montanhas Rochosas canadenses a partir de vagões panorâmicos.


Vale a pena planear com antecedência uma viagem a esta região: no verão, os bilhetes de comboio e as reservas de hotel esgotam rapidamente, especialmente tendo em conta o aumento do fluxo turístico em 2026. Entre as experiências mais marcantes estão a subida de gôndola a um dos mirantes e o passeio em um veículo todo-o-terreno até o glaciar Atabaska, onde é possível ver um dos maiores campos glaciares da América do Norte. Se não quiser multidões, opte pelo início da manhã ou por trilhos menos populares fora das principais rotas turísticas.


Saiba mais sobre os 10 destinos menos conhecidos para viajar sem multidões em 2026 neste link.


3. Reserva Natural Bradford Pennines, Reino Unido


Bradford Pennines faz parte de uma rede de áreas protegidas criadas no âmbito de uma iniciativa real para a conservação das paisagens e da biodiversidade da Grã-Bretanha. Esta região com mais de 1.200 hectares fica na fronteira entre a área urbana de Bradford e as charnecas selvagens das montanhas Pennines, onde as paisagens mudam drasticamente de colinas e rochas para espaços abertos e ventosos. A área está ligada aos locais onde viveram as irmãs Brontë, combinando assim a história literária com a natureza severa do norte.


Para os turistas, o principal valor de Bradford Pennines são os novos percursos pedestres que ligam as antigas aldeias de Haworth, Stanbury e Thornton. Os trilhos conduzem a pontes medievais de pedra, cascatas escondidas e miradouros com vista panorâmica para os vales de urze, onde quase não se encontram grupos turísticos. Este é um destino para quem quer ver a Inglaterra «não instagramável» — com clima instável, ventos fortes e uma sensação de total distância das grandes cidades, embora a civilização esteja a apenas alguns quilómetros de distância.




4. Djemila, Argélia


Djemila é uma das cidades romanas mais bem preservadas do Norte de África, mas ao mesmo tempo uma das menos visitadas devido à complexa reputação turística da Argélia. As ruínas da cidade, com fóruns, basílicas e arcos, encontram-se num planalto montanhoso, onde as colunatas de pedra parecem quase surrealistas contra o fundo dos espaços abertos e do céu azul. A povoação foi fundada como uma colónia para veteranos do exército romano, e a dimensão do complexo permite imaginar como era a vida nesta região há quase dois mil anos.


O mais interessante para viajantes e exploradores é que os trabalhos arqueológicos aqui estão longe de terminar: até hoje, apenas parte do complexo foi escavada, então grande parte da cidade ainda está escondida debaixo da terra. Devido ao pequeno fluxo turístico em Djemila, é fácil sentir-se um explorador: aqui não há multidões nem filas, e os passeios pelas ruas antigas são tranquilos. A viagem ao Argélia requer mais preparação – formalidades de visto, infraestrutura turística limitada e questões logísticas, mas é isso que torna Jemila um destino não para o «turismo de massa», mas para aqueles que procuram experiências raras e autênticas.


Anteriormente, falámos sobre os 13 melhores lugares para viajar pela Europa na primavera de 2026.


5. Ilhas Faroé, Dinamarca


As Ilhas Faroé não são um destino clássico de praia, mas sim a natureza agreste do Atlântico: penhascos íngremes, ventos oceânicos e aldeias encostadas aos fiordes. Aqui, valorizam-se as caminhadas ao longo da costa, o caiaque entre as margens rochosas e a observação de aves, em particular os papagaios-do-mar, que são mais visíveis nos trilhos marítimos durante a estação quente. Mesmo caminhadas curtas perto das aldeias de Hasadallur e Saksun dão uma sensação de distância da civilização, apesar de as ilhas estarem bem conectadas por túneis e pontes.


Um atrativo especial para os turistas é a gastronomia de Torshavn: a capital, com vários restaurantes de nível internacional, tornou-se um centro inesperado da culinária do norte. Aqui, experimentam-se produtos locais (frutos do mar, algas, carne fermentada e peixe) em conjuntos de degustação, que devem ser reservados com antecedência. A viagem às Ilhas Faroé deve ser planeada tendo em conta o tempo. Ventos fortes e nevoeiros podem alterar os planos para o dia, mas é precisamente esta imprevisibilidade que torna as ilhas um destino para quem procura experiências desconfortáveis, mas autênticas.




6. Richtersveld, África do Sul


O Parque Nacional Richtersveld parece uma paisagem extraterrestre: planaltos de quartzo, colinas de granito e árvores isoladas criam uma sensação de total isolamento da civilização. O parque está localizado na fronteira com a Namíbia, longe das rotas turísticas populares da África do Sul, por isso poucos chegam até aqui. A viagem desde a costa atlântica demora um dia inteiro e, em muitos locais, não há rede móvel. Não se trata de um «passeio fácil», mas sim de uma verdadeira expedição à natureza selvagem.


A principal surpresa de Richtersveld são as pinturas rupestres espalhadas por todo o parque. A sua idade é estimada entre algumas centenas e cerca de 10 mil anos, e acredita-se que estejam relacionadas com as práticas espirituais do povo Nama, que ainda hoje vive nesta região. Aqui não se vêem os «cinco grandes» animais africanos, mas pode-se sentir a magnitude dos espaços desérticos, ver leopardos raros e passar a noite numa tenda sob um céu completamente escuro, sem poluição luminosa.


No artigo ao link, fornecemos dicas úteis que ajudarão a economizar durante uma viagem pela Europa em 2026.


7. Parque Nacional El Imposible, El Salvador


El Imposible é uma das regiões naturais menos conhecidas da América Central, embora em termos de diversidade de paisagens não fique atrás dos famosos parques da Costa Rica. Aqui se combinam profundos desfiladeiros, florestas tropicais, cachoeiras e cadeias montanhosas, onde habitam espécies raras de animais, incluindo pumas. O parque está localizado numa zona montanhosa de difícil acesso, por isso ainda não há turismo de massa aqui. A maioria das trilhas permanece selvagem e requer boa preparação física.


O detalhe mais impressionante desta região é o caminho pelo qual os agricultores locais transportam o café das montanhas até à costa. Antigamente, a carga era transportada por mulas por uma trilha estreita sobre penhascos íngremes, onde os animais eram vendados para não entrarem em pânico. Hoje, o caminho foi um pouco simplificado com uma ponte primitiva, mas o transporte da colheita continua a ser fisicamente difícil e perigoso. Para os turistas, isso não é uma atração, mas um lembrete do preço que se paga nas regiões remotas do mundo para que possamos beber o café que estamos habituados a beber em casa.




Está a planear uma viagem e quer se preparar sem stress desnecessário? O guia turístico da Visit World reúne dicas importantes para viajantes: regras de entrada e permanência, requisitos atuais para turistas, recomendações básicas de segurança, transporte e alojamento. Este guia ajudará a orientar-se rapidamente num novo país, a evitar erros típicos durante a viagem e a planear o itinerário, levando em consideração detalhes práticos que muitas vezes passam despercebidos pelos turistas.




Lembrete! Os destinos turísticos populares podem ser uma armadilha. Já falámos dos 8 locais do mundo que a Fodor’s recomenda evitar em 2026 devido ao turismo excessivo, aos riscos ambientais e às tensões sociais – e que alternativas escolher.




Produtos da Visit World para uma viagem confortável:


Guia de viagem para 200 países;

Aconselhamento jurídico de um especialista local sobre questões de vistos e migração;

Seguro de viagem em todo o mundo (seleccione o país de interesse e a cidadania para receber os serviços);

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Controlamos a exatidão e a pertinência das nossas informações. Por conseguinte, se detetar quaisquer erros ou discrepâncias, contacte a nossa linha direta.

Perguntas

mais frequentes

Quais destes destinos são adequados para uma viagem independente sem carro?

Sem transporte próprio, é mais conveniente viajar para a Ilha de Madeira e as Ilhas Faroé: na Ilha de Madeira é fácil deslocar-se a pé, e é fácil chegar à cidade de comboio a partir das grandes cidades italianas. Nas Ilhas Faroé, há uma boa ligação de autocarros entre as ilhas principais e túneis, por isso não é obrigatório ter carro, embora este facilite bastante o acesso a locais mais remotos. Banff e Richtersveld serão difíceis sem carro, e em El Imposible o transporte público praticamente não é utilizado para rotas turísticas.

Qual é o melhor destino a escolher se não quiser multidões de turistas?

Esses destinos são seguros para turistas em 2026?

Para onde é melhor viajar se quiser combinar natureza e experiências culturais?

Qual dos destinos é o mais caro para viajar?

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